Ali Khamenei
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نوشته شده در تاریخ 16 خرداد 1394 توسط گمنام
The Message of Imam Khamenei to the Youth in Europe and North America, in Portuguese

 

Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso

Carta Aberta à juventude da Europa e América do Norte

Os últimos acontecimentos em França e outros similares ocorridos em alguns países ocidentais convenceram-me a falar-vos diretamente acerca deles. Eu dirijo-me a vós, a juventude, não porque negligencie o papel dos vossos pais, mas antes porque o futuro das suas nações e países estarão nas suas mãos e também porque acho que o sentido da procura pela verdade é mais premente e vigoroso nos vossos corações.

Eu não me dirijo aos vossos políticos nem aos estadistas nesta carta porque acredito que estes separaram, de forma consciente, a rota da política do caminho da verdade e sentido do que é correto.

Gostaria de vos falar acerca do Islão, em especial acerca da imagem que dele vos é apresentada. Durante as últimas duas décadas, quase desde a desintegração da União Soviética, têm sido levadas a cabo várias tentativas no sentido de apresentar esta grande religião como um inimigo terrífico. A criação de um sentimento de horror e ódio e a sua utilização, infelizmente, é algo com tradição na história política do Ocidente.

Aqui não pretendo falar acerca das diferentes fobias com as quais as nações ocidentais têm sido, até ao momento, doutrinadas. Uma rápida análise de estudos críticos de história recentes levar-vos-ia a concluir que o tratamento hipócrito e dissimulado de outras nações e culturas pelos governos ocidentais é algo que tem vindo a ser censurado em novas historiografias.

As histórias dos Estados Unidos e Europa envergonham-se da escravatura, sentem-se constrangidas pelo seu período colonial e vexadas pela opressão de pessoas de cor e não-cristãos. Os vossos investigadores e historiadores encontram-se profundamente envergonhados pelos massacres cometidos em nome da religião entre católicos e protestantes ou em nome de questões de nacionalidade ou etnia durante as Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Esta abordagem é admirável.

Ao mencionar uma parte desta longa lista não quero, com isto, reprovar os acontecimentos históricos; em vez disso gostaria de perguntar aos vossos intelectuais porque é que a consciência pública generalizada no Ocidente desperta e recupera os sentidos depois de um atraso de várias décadas ou séculos. Porque deveria esta revisão da consciência coletiva aplicar-se ao passado distante e não aos problemas atuais? Porque é que são feitas tentativas por forma a limitar a consciência pública face a um assunto tão importante como o tratamento da cultura e pensamento islâmicos?

Vocês sabem bem que a humilhação e a disseminação do ódio e o medo ilusório do “outro” têm constituído as bases comuns a todos os exploradores opressivos. Agora gostaria que vocês se perguntassem porque é que a velha política de discriminar a “fobia” e ódio tomou o Islão e os Muçulmanos como alvos com uma intensidade sem precedentes. Porque é que a estrutura de poder no mundo quer que o pensamento islâmico seja marginalizado e permaneça latente?

Quais os conceitos e valores do Islão perturbam os programas dos seus poderes e que interesses são salvaguardados aquando da distorção da imagem do Islão?

 

Assim, o meu primeiro pedido é: estudem e investiguem as intenções subjacentes a esta degradação generalizada da imagem do Islão.

O meu segundo pedido é que, em relação à abundância de preconceitos e campanhas de desinformação, tentem adquirir um conhecimento direto e em primeira mão acerca desta religião. A lógica correta implica que entendam a natureza e essência daquilo que usam para vos intimidar e daquilo do que querem que vos mantenham afastados.

Não faço questão que aceitem a minha leitura ou outra qualquer do Islão. O que eu quero dizer é: Não permitam que esta realidade dinâmica e efetiva do mundo atual vos seja dada a conhecer através de preconceitos e ressentimentos. Não lhes permitam que apresentem, de uma forma hipócrita, os seus próprios terroristas, por si recrutados, como representantes do Islão.

Recebam o conhecimento do Islão pelas suas fontes primárias e originais. Adquiram informação acerca do Islão através do Corão e da vida do seu grande Profeta. Gostaria de vos perguntar se já leram diretamente o Corão dos Muçulmanos. Estudaram os ensinamentos do Profeta do Islão e as suas doutrinas humanas e éticas? Algum dia receberam a mensagem do Islão proveniente de outras fontes que não os media?

Já vos haveis perguntado como e na base de que valores o Islão estabeleceu a maior civilização científica e intelectual do mundo e criou os mais distintos cientistas e intelectuais ao longo de vários séculos?

Gostaria que não permitissem que a criação de imagens ofensivas e pejorativas criasse um hiato emocional entre vós e a realidade, retirando-vos a possibilidade de fazerem um julgamento imparcial. Atualmente a comunicação social eliminou as fronteiras geográficas. Assim, não permitam que vos limitem com fronteiras fabricadas e mentais.

Embora ninguém possa, individualmente, preencher os vazios criados, cada um de vós pode construir uma ponte de pensamento e justiça por forma a iluminar-vos, a vós próprios, e ao ambiente que vos rodeia. Enquanto este desafio predeterminado entre o Islão e vós, a juventude, for indesejável, poderá, ainda assim, levantar novas questões nas vossas mentes curiosas e investigativas. As tentativas para encontrar as respostas a estas questões dar-vos-ão a oportunidade certa para descobrir novas verdades.

Por isso, não percam a oportunidade de ganhar um conhecimento apropriado, correto e idóneo do Islão para que, com sorte, devido ao vosso sentido de compromisso para com a verdade, as gerações futuras possam escrever a história desta atual interação entre o Islão e o Ocidente com uma consciência mais clara e menos ressentimentos.

 

Seyyed Ali Khamenei

21 de Janeiro de 2015

SOURCE: www.Alumni.miu.ac.ir





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نوشته شده در تاریخ 16 خرداد 1394 توسط گمنام
The Message of Imam Khamenei to the Youth in Europe and North America, in Italian


Col Nome d’Iddio Clemente e Misericordioso

A tutti i giovani in Europa e negli Stati Uniti d’America,

gli avvenimenti accaduti recentemente in Francia e altri simili avvenuti in alcune nazioni occidentali mi hanno convinto a parlarvi direttamente al riguardo. Mi rivolgo a voi giovani non perchè trascuri i vostri genitori, ma piuttosto perchè il futuro delle vostre nazioni e paesi sarà nelle vostre mani, e perchè ritengo che il senso di ricerca della verità sia più vivo e vigoroso nei vostri cuori.

In questo scritto non mi rivolgo ai vostri politici e uomini di Stato, perché credo che essi abbiano consapevolmente separato il percorso della politica da quello della sincerità e verità.

Vorrei parlarvi dell’Islam, ed in particolar modo dell’immagine che vi viene presentata come Islam. Negli ultimi due decenni sono stati fatti innumerevoli tentativi – dopo la disintegrazione dell’Unione Sovietica - per collocare questa grande religione nella posizione di "nemico spaventoso". Suscitare un sentimento di orrore e odio e poi utilizzarlo è qualcosa che ha sfortunatamente una lunga storia nella politica dell’Occidente.

Qui non voglio affrontare le diverse fobie inculcate alle nazioni occidentali. Con un rapido sguardo agli studi critici di storia vedrete che il comportamento mendace e ingannatore con le altre nazioni e culture da parte dei governi occidentali è stato criticato nella nuova storiografia.

La storia dell’Europa e degli Stati Uniti si vergogna dello schiavismo, si imbarazza del periodo coloniale ed è a disagio per l’oppressione della gente di colore e non-cristiana. I vostri ricercatori e storici si vergognano profondamente delle stragi compiute in nome della religione tra Cattolici e Protestanti o delle rivalità nazionali ed etniche durante la Prima e la Seconda Guerra Mondiale. Questo approccio è ammirevole.

Nel menzionare una parte di questa lunga lista, il mio obiettivo non è quello di rimproverare la storia; vorrei piuttosto che voi chiediate ai vostri intellettuali perchè la coscienza pubblica in Occidente si deve svegliare sempre con un ritardo di decenni e a volte di secoli. Perchè la revisione della coscienza collettiva deve applicarsi al passato remoto e non ai problemi correnti? Perchè in una questione importante come il confronto con la cultura e il pensiero islamico si cerca di prevenire la formazione di una consapevolezza pubblica?

Voi sapete bene che l’umiliazione e la diffusione di odio e paura illusoria dell’”altro” sono stati la base comune di ogni sfruttamento oppressivo. Vorrei che vi chiedeste ora perchè stavolta la vecchia politica della diffusione di fobia e odio ha colpito l’Islam e i musulmani con un’intensità senza precedenti. Perchè la struttura del potere nel mondo di oggi vuole emarginare il pensiero islamico e disattivarlo? Quali concetti e principi nell’Islam disturbano i programmi delle superpotenze e quali interessi vengono salvaguardati all’ombra della distorsione dell’immagine dell’Islam? La mia prima richiesta è quindi: studiate e cercate i motivi dietro questo offuscamento dell’immagine dell’Islam.

La mia seconda richiesta è che, in reazione alla marea di pregiudizi e campagne propagandistiche, cerchiate di ottenere una conoscenza diretta e di prima mano di questa religione. La logica corretta richiede che almeno sappiate quale è l’essenza e natura di ciò da cui vi fanno fuggire e spaventare.

Io non insisto che voi accettiate la mia, o di chiunque altro, lettura dell’Islam. Quello che voglio dirvi è di non permettere che questa realtà dinamica ed efficace nel mondo di oggi venga presentata a voi attraverso intenzioni e scopi loschi. Non permettetegli di presentare ipocriticamente i terroristi da loro reclutati come rappresentanti dell’Islam.

Ricavate la conoscenza dell’Islam dalle sue fonti prime e originali. Ottenere informazioni sull’Islam attraverso il Corano e la vita del suo grande Profeta. Vorrei chiedervi se avete letto direttamente il Corano dei musulmani. Avete studiato gli insegnamenti del Profeta dell’Islam e le sue dottrine umane ed etiche? Avete ricevuto il messaggio dell’Islam da altra fonte oltre quella dei mass-media?

Vi siete chiesti come e sulla base di quali valori l’Islam ha stabilito la più grande civiltà scientifica e intellettuale del mondo ed elevato i più eminenti scienziati e intellettuali nel corso dei secoli?

Vorrei che non permettiate che, con la creazione di immagini false e odiose, sii crei un ostacolo emotivo e sensibile tra voi e la realtà, privandovi della possibilità di un giudizio imparziale. Oggi i mezzi di comunicazione hanno rimosso i confini geografici, non permettete quindi loro di assediarvi all’interno di confini fabbricati e virtuali.

Sebbene nessuno possa individualmente colmare i vuoti creati, ognuno di voi può costruire un ponte di pensiero ed equità sulle lacune per illuminare voi stessi e l’ambiente circostante. Anche se questa tensione pre-pianificata tra l’Islam e voi giovani è sgradevole, può sollevare nuove questioni nelle vostre menti curiose ed esploratrici. Cercare di trovare risposte a queste domande vi fornirà un’opportunità per scoprire nuove verità.

Non perdete quindi l’occasione di ottenere una comprensione appropriata, corretta e imparziale dell’Islam, in modo che forse, grazie al vostro senso di responsabilità verso la verità, le future generazioni possano scrivere la storia di questa corrente interazione tra Islam e Occidente con una coscienza chiara e minore disagio.

 

Seyyed Ali Khamenei

21 Gennaio 2015

 

SOURCE: www.Alumni.miu.ac.ir





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نوشته شده در تاریخ 8 اردیبهشت 1394 توسط گمنام

Grâce au nom de Dieu, Clément et Miséricordieux

Aux jeunes d'Europe et d'Amérique du Nord

Les événements récents survenus en France ainsi que d'autres faits similaires dans certains pays occidentaux m'ont convaincu de vous écrire ce message. J'ai choisi de m'adresser à vous directement non pas par une volonté délibérée d'ignorer vos parents, mais parce que le futur de vos pays est entre vos mains, et que la quête et recherche de la vérité anime davantage vos cœurs. De même, je ne cherche pas ici à m'adresser aux responsables politiques car je pense qu'ils ont, de façon consciente, séparés les chemins de la politique de ceux de l'honnêteté et de la franchise.

Le sujet que je souhaite aborder ici avec vous est l'islam, et plus spécifiquement le visage qui vous en est présenté. Depuis deux décennies, c'est-à-dire peu après l'effondrement de l'Union soviétique, tout a été fait pour présenter cette religion comme un ennemi qu'il faudrait craindre. L'attisement des sentiments de peur et de haine et leur utilisation dans des buts peu louables ont malheureusement un long passif dans l'histoire politique de l'Occident. Il n'est pas question ici d'évoquer les phobies diverses qui ont pu être véhiculées au sein des nations occidentales. En parcourant rapidement les études historiques actuelles, vous pouvez vous-mêmes vous rendre compte que les recherches historiographiques récentes effectuent une critique conséquente du rôle des Etats occidentaux dans la falsification de l'image des autres nations et cultures. L'histoire de l'Europe et des Etats-Unis est marquée par la honte de la période de l'esclavage puis celle de la colonisation, ainsi que par tout un ensemble d'oppressions et d'injustices commises vis-à-vis des personnes de couleur ou de croyances différentes. Vos chercheurs et vos historiens ont consacré de nombreuses études critiques aux effusions de sang commises au nom de la religion lors des dissensions entre catholiques et protestants, ou encore au nom de la nation ou de l'ethnie durant les Première et Seconde Guerres mondiales.

Le fait de reconnaître de tels faits mérite en soi d'être loué. Je ne souhaite cependant pas ici dresser un inventaire de cette longue liste d'événements regrettables, mais plutôt vous inviter à poser à vos intellectuels la question suivante : pourquoi, en Occident, la conscience collective se réveille toujours avec plusieurs décennies, si ce n'est plusieurs siècles de retard ? Pourquoi l'examen de cette conscience collective doit-il être exclusivement tourné vers des réalités appartenant à un passé lointain, et passer sous silence les questions actuelles ? Pourquoi cherche-t-on à empêcher la formation d'une réflexion générale au sujet d'une question aussi importante que celle de la façon d'aborder et de traiter la culture et la pensée musulmanes ?

Vous savez bien que l'humiliation et le fait de susciter des sentiments de haine et de peur vis-à-vis de "l'autre" constituent le terreau commun à l'ensemble des entreprises de domination fondées sur l'oppression. Je souhaite maintenant que vous vous demandiez pourquoi cette fois-ci, la vieille politique de fomentation de la peur et de la haine a pris l'islam et les musulmans comme objectif, et ce avec une intensité sans précédent. Pourquoi dans le monde actuel, le système du pouvoir souhaite-t-il reléguer la pensée islamique à la marge et la confiner à un rôle passif ? L'islam comprendrait-il des pensées et valeurs qui viendraient contrarier les ambitions des grandes puissances ? Quels intérêts dessert la diffusion de représentations erronées au sujet de l'islam ? Mon premier souhait est donc que vous vous interrogiez au sujet des éléments motivant une telle diabolisation massive de l'islam.

Mon second souhait est qu'en réaction aux nombreux a priori et jugements négatifs, vous essayez de mieux connaître cette religion, et ce de façon directe et sans intermédiaire. Une logique saine implique au moins que vous sachiez ce qu'est exactement cette réalité que l'on cherche à vous faire fuir et que l'on vous présente sous un jour menaçant. Je ne vous invite pas forcément à accepter la façon dont j'envisage l'islam ou telle conception particulière à son sujet, mais je vous incite à refuser que cette réalité dynamique et influente du monde actuel vous soit présentée au travers du filtre de desseins politiques peu louables. Ne permettez pas que les terroristes souvent issus de ces mêmes pouvoirs qui prétendent les dénoncer vous soient présentés comme étant les représentants de l'islam. Essayez de connaître l'islam à travers ses sources authentiques et de première main, à travers le Coran et la vie de son Prophète. La question mérite d'être posée : avez-vous déjà consulté directement le livre sacré des musulmans ? Avez-vous étudié les enseignements humains et moraux dispensés par le Prophète de l'islam ? Avez-vous déjà pris connaissance du message de l'islam à travers une source autre que celle des médias ? Vous êtes-vous déjà demandé sur quelle base et selon quelles valeurs ce même islam que l'on diabolise a pu être à la source de l'une des plus grandes civilisations du monde, et constituer le berceau des plus grands penseurs, et ce pendant de nombreux siècles ?

Je vous demande de ne pas permettre que les portraits dénigrants que l'on peut faire de cette grande religion dressent des barrières psychologiques entre cette réalité et vous, vous privant ainsi toute possibilité de jugement impartial. Dans un monde où les moyens de communication ont brisé les barrières géographiques, ne permettez pas que l'on enserre votre esprit dans des limites construites de toutes pièces. Bien que personne ne puisse à lui seul combler le fossé créé entre ces a priori et la réalité, chacun d'entre vous peut, en s'efforçant personnellement de distinguer le vrai du faux, contribuer à créer des ponts fondés sur une pensée juste et libre ; ce sont ces ponts qui contribuent à réduire de tels fossés. Malgré les difficultés inhérentes à un tel défi, cet effort de pensée peut contribuer à faire naître de nouvelles interrogations dans vos esprits ayant soifs de vérité. Et vos efforts en vue d'obtenir une réponse à ces questions constituent en soi une occasion pour découvrir de nouvelles vérités. Par conséquent, ne laissez pas passer cette occasion de parvenir à une compréhension plus juste et exempte de préjugés de l'islam. Ainsi, peut-être, grâce à votre sens de la responsabilité vis-à-vis de ce qui est vrai et juste, les futures générations pourront se pencher sur cette période d'interactions de l'Occident avec l'islam avec une conscience plus apaisée qu'auparavant.

 

Seyyed Ali Khamenei

21 janvier 2015





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نوشته شده در تاریخ 8 اردیبهشت 1394 توسط گمنام
In the name of God, the Beneficent the Merciful To the Youth in Europe and North America,  The recent events in France and similar ones in some other Western countries have convinced me to directly talk to you about them. I am addressing you, [the youth], not because I overlook your parents, rather it is because the future of your nations and countries will be in your hands; and also I find that the sense of quest for truth is more vigorous and attentive in your hearts.  I don’t address your politicians and statesmen either in this writing because I believe that they have consciously separated the route of politics from the path of righteousness and truth.  I would like to talk to you about Islam, particularly the image that is presented to you as Islam. Many attempts have been made over the past two decades, almost since the disintegration of the Soviet Union, to place this great religion in the seat of a horrifying enemy. The provocation of a feeling of horror and hatred and its utilization has unfortunately a long record in the political history of the West.  Here, I don’t want to deal with the different phobias with which the Western nations have thus far been indoctrinated. A cursory review of recent critical studies of history would bring home to you the fact that the Western governments’ insincere and hypocritical treatment of other nations and cultures has been censured in new historiographies.  The histories of the United States and Europe are ashamed of slavery, embarrassed by the colonial period and chagrined at the oppression of people of color and non-Christians. Your researchers and historians are deeply ashamed of the bloodsheds wrought in the name of religion between the Catholics and Protestants or in the name of nationality and ethnicity during the First and Second World Wars. This approach is admirable.  By mentioning a fraction of this long list, I don’t want to reproach history; rather I would like you to ask your intellectuals as to why the public conscience in the West awakens and comes to its senses after a delay of several decades or centuries. Why should the revision of collective conscience apply to the distant past and not to the current problems? Why is it that attempts are made to prevent public awareness regarding an important issue such as the treatment of Islamic culture and thought?  You know well that humiliation and spreading hatred and illusionary fear of the “other” have been the common base of all those oppressive profiteers. Now, I would like you to ask yourself why the old policy of spreading “phobia” and hatred has targeted Islam and Muslims with an unprecedented intensity. Why does the power structure in the world want Islamic thought to be marginalized and remain latent? What concepts and values in Islam disturb the programs of the super powers and what interests are safeguarded in the shadow of distorting the image of Islam? Hence, my first request is: Study and research the incentives behind this widespread tarnishing of the image of Islam.  My second request is that in reaction to the flood of prejudgments and disinformation campaigns, try to gain a direct and firsthand knowledge of this religion. The right logic requires that you understand the nature and essence of what they are frightening you about and want you to keep away from.  I don’t insist that you accept my reading or any other reading of Islam. What I want to say is: Don’t allow this dynamic and effective reality in today’s world to be introduced to you through resentments and prejudices. Don’t allow them to hypocritically introduce their own recruited terrorists as representatives of Islam. Receive knowledge of Islam from its primary and original sources. Gain information about Islam through the Qur’an and the life of its great Prophet. I would like to ask you whether you have directly read the Qur’an of the Muslims. Have you studied the teachings of the Prophet of Islam and his humane, ethical doctrines? Have you ever received the message of Islam from any sources other than the media?  Have you ever asked yourself how and on the basis of which values has Islam established the greatest scientific and intellectual civilization of the world and raised the most distinguished scientists and intellectuals throughout several centuries? I would like you not to allow the derogatory and offensive image-buildings to create an emotional gulf between you and the reality, taking away the possibility of an impartial judgment from you. Today, the communication media have removed the geographical borders. Hence, don’t allow them to besiege you within fabricated and mental borders.  Although no one can individually fill the created gaps, each one of you can construct a bridge of thought and fairness over the gaps to illuminate yourself and your surrounding environment. While this preplanned challenge between Islam and you, the youth, is undesirable, it can raise new questions in your curious and inquiring minds. Attempts to find answers to these questions will provide you with an appropriate opportunity to discover new truths.  Therefore, don’t miss the opportunity to gain proper, correct and unbiased understanding of Islam so that hopefully, due to your sense of responsibility toward the truth, future generations would write the history of this current interaction between Islam and the West with a clearer conscience and lesser resentment. Seyyed Ali Khamenei 21st Jan. 2015

 source:http://letter4u.blog.ir




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